Experience: Jamaica, depois do furacão
O furacão Melissa atingiu em cheio a economia e a logística da Jamaica. O que as visitas a Kingston me mostraram sobre o povo que agora reconstrói o país.
Na semana passada, o furacão Melissa atingiu a Jamaica com uma força devastadora. Cidades costeiras inteiras ficaram submersas, meios de vida se perderam e quase 30% do PIB do país foi apagado em poucas horas. O impacto também atingiu a espinha dorsal logística do país: portos fechados, navios desviados e aeroportos e estradas seriamente afetados.
A logística na linha de frente
Com o início da recuperação, as empresas de logística estão se mobilizando. American Airlines, LATAM Cargo, Virgin Atlantic, Cayman Airways, Caribbean Airlines, Copa, Air Canada, JetBlue, Aerojet e outras estão fornecendo equipamentos para a remoção de destroços e transporte para bens essenciais. Ainda assim, a restauração completa da cadeia de suprimentos pode levar semanas, à medida que avançam os reparos na infraestrutura.
Kingston
Tive o privilégio de visitar Kingston várias vezes, apoiando projetos de experiência do cliente que ofereciam ajuda local a clientes diante dos desafios da alfândega na importação. Cada visita revelava a mistura vibrante de tradições africanas, europeias e indígenas da ilha: os ritmos do reggae, os festivais coloridos e um calor humano inconfundível.
O que é resiliência
Esse mesmo espírito volta a brilhar agora, enquanto acompanhamos o país lidar com as consequências. De vizinhos reconstruindo casas a empreendedores reabrindo as portas, a Jamaica nos lembra como é a verdadeira resiliência na América Latina e no Caribe.
Quem quiser ajudar diante da devastação na Jamaica pode apoiar o trabalho de socorro da Cruz Vermelha jamaicana. Para saber como, acesse www.jamaicaredcross.org.
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