Chamamos isso de “planejamento de verão.”
Mas e se o que realmente estamos planejando for a disrupção?
Aeroportos inundados. Rodovias bloqueadas. Rios rasos demais para barcaças. E ainda assim, reduzimos a capacidade como se a volatilidade fosse exceção e não a regra.
Neste artigo, questiono a lógica tradicional dos cortes de Carnaval e de verão no transporte brasileiro — e por que essa mentalidade pode estar custando qualidade de serviço, confiança do cliente e desempenho financeiro.
